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Nova Kawasaki Ninja 650 passou por um regime e por um face-lift no modelo 2018 Divulgação (Foto: Divulgação )

Novidade

Ninja em dose dupla

Kawasaki apresenta os modelos 2018 das sport-touring Ninja 650 e Ninja 1000 com diversas novidades


Agência INFOMOTO

19/06/2017 09h49

A Kawasaki apresentou dois novos modelos 2018 para o Brasil: a Ninja 650 e a Ninja 1000. Embora carreguem o famoso sobrenome das superesportivas da marca japonesa, ambas são motos sport-touring, ou seja, feitas para viajar com conforto e esportividade. A bicilíndrica de 650cc teve seu motor atualizado e ganhou um novo visual, mais agressivo. Já a potente Ninja 1000 e seu motor de quatro cilindros em linha também passou por um face-lift e recebeu controles eletrônicos de última geração.

A Ninja 650 será vendida apenas na versão com freios ABS e em duas opções de cores, com preço sugerido a partir de R$ 33.990. O modelo de 1.000 cc terá duas versões: a Ninja 1000 ABS comercializada apenas na cor preta por R$ 56.990; e a Ninja 1000 Tourer ABS com malas laterais rígidas e a opção de cor verde por R$ 59.990. Ambas chegam às concessionárias da marca no mês de julho.

Ninja 650: mais magra e bonita

Praticamente uma versão carenada da recém-lançada Z 650, a nova Ninja 650 beneficiou-se das mesmas melhorias de sua irmã naked. A Kawasaki desenhou um novo quadro em treliça e adotou a balança traseira convencional, com o amortecedor centralizado e fixado por links. Com isso, a sport-touring média perdeu quase 20 kg e ficou mais “magra”: pesa somente 193 kg na versão com ABS (o modelo anterior pesava 211 kg).

Linhas angulosas e carenagens mais estreitas ajudam a identificar essa pacata bicilíndrica como uma “Ninja”. Outra novidade fica por conta do painel de instrumentos com maior número de informações e fácil de visualizar. O para-brisa tem ajuste manual em três posições.

Mas não se engane, o motor de 649 cm³, assim como na Z 650, perdeu alguns cavalos de potência para atender às novas leis de emissão de poluentes: caiu dos antigos 72 cv para 68 cv a 8.000 rpm. A boa notícia é que o torque máximo cresceu de 6,5 kgf.m para 6,7 kgf.m e está disponível em uma rotação mais baixa, 6.500 giros.

Segundo a Kawasaki, a atualização no motor deixou a nova Ninja 650 mais eficiente: os testes apontaram uma economia de 6,8%. Uma boa notícia para uma motocicleta feita para viajar. A embreagem assistida, com acionamento mais suave, é outro item que deve agregar mais conforto para pegar a estrada.

Ninja 1000: esportiva para viajar

Com o propósito de agregar ainda mais conforto à vocação esportiva da família, a Ninja 1000 ganhou diversas melhorias para viajar, além de eletrônica de última geração.

As mudanças visuais deixaram-na com um aspecto mais agressivo, com a carenagem dianteira mais “pontuda”. O conjunto óptico duplo agora tem faróis de LEDs e a bolha, ajustável, ficou mais alta no centro. O quadro em alumínio manteve a geometria, mas o link da suspensão traseira monoamortecida foi revisto: com isso o assento ficou mais baixo (815 mm contra os anteriores 820 mm). A Kawasaki também moldou o banco mais largo para o piloto e mais longo para a garupa.

Mas é na parte eletrônica que a Ninja 1000 ficou ainda mais parecida com a radical superesportiva Ninja ZX-10R. O modelo recebeu o sistema KCMF (Kawasaki Cornering Management Function - Função de gerenciamento de curvas), que trabalha em conjunto com o sensor de medição inercial da Bosch. O sistema integra os freios ABS, o controle de tração e o gerenciamento de motor de modo a proporcionar mais segurança para contornar curvas de forma esportiva. Há ainda o seletor de entrega de potência e dois níveis – Full e Low. Tudo para ter segurança no comando do motor de quatro cilindros que atinge a potência máxima de 142 cv a 10.000 rpm.

O pacote eletrônico faz parte das duas versões, Standard e Tourer. Além das malas laterais rígidas e da cor verde exclusiva, a Tourer traz sliders, protetores de motor, bolha fumê e tomada 12V. Em função dos itens de série, a diferença de preço entre a Standard (R$ 56.990) e Tourer (R$ 59.990), faz desta última a melhor opção para quem vai fazer longas viagens.

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